Fiocruz vê 'cenário otimista', cita preocupação com dados e indica manter medidas para conter transmissão da Covid

  • 07/10/2021
(Foto: Reprodução)
Pesquisadores destacam o sucesso da vacinação na prevenção de casos graves. No entanto, estudiosos alertam sobre a necessidade de manutenção de medidas de prevenção para evitar transmissão da doença. Fiocruz JN A taxa baixa de ocupação de leitos de destinados aos pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS) é uma evidência do sucesso da vacinação na prevenção de casos graves, segundo a última edição do Boletim Observatório Covid-19 da Fiocruz Mas, segundo os pesquisadores, é necessário manter medidas preventivas para bloquear a circulação do vírus. A recomendação é de que, enquanto a cobertura vacinal avança, medidas de distanciamento físico, uso de máscaras e higienização das mãos devem ser mantidas. O boletim também pede a manutenção de passaportes vacinais e que a realização de atividades que representem maior concentração e aglomeração de pessoas só sejam realizadas com comprovante de imunização. Circulação de pessoas Os pesquisadores afirmam que os dados do Índice de Permanência Domiciliar são próximos de zero, mostrando que a circulação de pessoas nas ruas é a mesma em comparação ao que era observado antes da pandemia da Covid-19. Segundo os pesquisadores, ainda que muitas pessoas que circulam já tenham sido vacinadas, é preciso manter uma rotina de distanciamento físico, higienização das mãos e uso de máscaras. Óbitos O número de mortes causadas pela Covid segue em torno de 500 óbitos por dia. O número revela uma queda em relação ao pico da pandemia observado em abril, quando foram notificados mais de três mil mortes por dia. Por outro lado, os números seguem altos e indicam que há transmissão e incidência de casos graves que exigem cuidados intensivos. Ocupação de leitos Segundo dados coletados no dia 4 de outubro, a taxa de ocupação de leitos é estável em quase todo o país. Na maioria dos estados os níveis são menores do que 50%. O Espírito Santo se mantém na zona de alerta intermediário desde 20 de setembro e é a exceção mais preocupante, segundo os pesquisadores, com taxa de ocupação de 75%. Entre as capitais, Brasília, com ocupação de 83%, está na zona de alerta crítico. Na zona de alerta intermediário estão: Porto Velho (65%); Vitória (73%); Rio de Janeiro (65%); Porto Alegre (63%). As outras 22 capitais estão fora da zona de alerta.

FONTE: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2021/10/07/fiocruz-cenario-pandemia.ghtml


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